sábado, 28 de março de 2009

Voltando a ativa

Sumi, mas ca estou de volta. Com novas experiencias, porem sem novas inspirações.
Mas em breve, espero ter varias novidades para postar aqui...

No mais, encontrei um texto bem legal, em outro blog, sobre inveja.
Aí vai:

Inveja

Gostaria de refletir com vocês, meus queridos amigos e leitores, sobre um tema um tanto quanto desconfortável: Inveja.

Não gostamos de falar sobre isso, é como se arrancássemos cascas de antigas feridas. Pronto, você já está na defensiva ou pensando: “Graças a Deus que eu não tenho isso”. Será que não tem mesmo?

Inveja é a insatisfação ou irritabilidade com a conquista do outro. Sabe aquela antipatia gratuita que você sente em relação a uma pessoa que nem conhece? Normalmente esta pessoa tem características que a destacam: É bonita, bem sucedida, tem uma bela voz ou fala bem em público, ou simplesmente se destaca no meio da multidão.

Então logo pensamos: “Ih! Que antipática! Pessoinha metida! Olha só, pensa que é o tal!” e desferimos contra o alvo todo o nosso veneno. “Inveja? De jeito nenhum, eu só acho que ‘fulano’ não está com essa bola toda não!”.

Algo libertador para mim foi o dia em que identifiquei o meu pecado de inveja, me arrependi e pedi a Deus que me ajudasse a ser agradecida pela maneira como Ele distribui seus dons, talentos, habilidades ou prosperidade financeira. Pedi ao Senhor que Ele me abrisse os olhos para que eu visse tudo o que Ele tem dado a mim, gerando assim gratidão e aceitação em meu coração.

Quantas vezes já escutei “Helena, tenho que te pedir perdão. Eu te achava tão metida!” O curioso é que as pessoas que me disseram isso nunca haviam trocado uma palavra sequer comigo. Como poderiam então me julgar desta forma? Metida? Por quê? Porque preciso usar óculos escuros devido ao fato de minha miopia tornar meus olhos sensíveis à luz solar, por exemplo?

Se você não gosta de alguém gratuitamente e essa pessoa possui algo que você gostaria de ter, talvez seja inveja. Se esse for o caso, eu encorajo você a reconhecer esse sentimento como pecado, confessá-lo diante de Deus e pedir que o Senhor te ajude a perceber o quanto você é valioso (a) e alvo do seu perfeito amor. Você nunca mais será o mesmo.

Eu tenho conhecimento do que estou falando, pois fui liberta deste sentimento pecaminoso, vil e que aprisiona em um lugar de amargura e rejeição.Coragem. Deus tem vitória para você também!

Por Helena Tannure.

quarta-feira, 11 de março de 2009

"Senhor Jesus, somos ovelhas tolas que ousaram pôr-se de pé na tua presença e tentar subornar-te com nossos ridículos portfólios. De repente caímos na real. Sentimos muito e pedimos que nos perdoes. Dá-nos a graça de admitir que somos maltrapilhos, de abraçar nossa condição de alquebrados, de celebrar tua misericórdia quando estivermos em nosso momento de maior fraqueza, de depender da tua misericórdia não importa o que façamos. Querido Jesus, concede que deixemos de nos exibir e de tentar receber atenções, que coloquemos a verdade em prática de modo sereno e sem afetação, que deixemos dissiparem-se as desonestidades de nossa vida, que aceitemos nossas limitações, que nos apeguemos ao evangelho da graça e nos deleitemos no teu amor. Amém."



(O Evangelho Maltrapilho - Brennan Menning)

sábado, 7 de março de 2009

Mais cedo, mas para as MULHERES

No princípio eu era a Eva

Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi:
Não dá mais!
Quero minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou caminhoneira, taxista,
Piloto de avião, policial feminina,
Operária em construção...
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA
E meu nome é MULHER..!!!!

(Autor desconhecido)

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

É assim mesmo

(...)Às vezes me pego querendo ser como, querendo ser que nem. Mas quando chego perto, descubro um todo mundo tão igual. No desejo de ser e não ser, de ir e não ir, na vontade de ser livre. No não saber o que é ser livre. Não saber o que é – um não saber. Tem hora que eu penso ter medo do que não sei. Depois eu me lembro: o que me dá medo mesmo é ter certeza. Que a minha sede é de vida e eu nasci agora há pouco.




Por Cristiana Guerra

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Papo sério

Voce que deseja fazer a diferença na vida de uma criança,
participe do projeto missionario de apadrinhamento a crianças indigenas salvas do infanticídio.

http://vozpelavida-evoce.blogspot.com/


Porque toda criança tem direito a vida e a saude.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Dúvida

Ou o mundo anda cheio de gente chata, ou eu ando muito intolerante.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

O dia em que a Terra parou


La estávamos nós, na fila do cinema. Eu tentando enxergar o que estava passando (estava sem oculos no momento) e em quais horarios, e tentando entrar em um acordo com os meninos sobre o filme que deveríamos assistir.

O escolhido foi o drama/ficção "O dia em que a Terra parou".

Bom, se tinha alguma coisa de drama, o clima foi por agua abaixo. Porque conseguimos (Fernando e eu) dar boas risadas com o filme.

Mas em meio as brincadeiras, as risadas, o barulho do Fernando comendo bolacha quebrando o silêncio, aprendi uma lição importante. E foi o filme que transmitiu.

Engraçado como sempre tive a capacidade de ver um filme, e quase resumi-lo a uma frase. Ou uma lição.

E com esse filme não foi diferente. A estoria de um alienigena que surge para salvar a Terra dos humanos. Visto que esses são destrutivos, violentos e vivem em constante conflito.

De certa forma, é ate uma coisa justa. Ja que todo o planeta é afetado com as decisões, muitas vezes, impensadas, do ser humano.

E é em meio a tudo isso, que Klaatu aprende uma lição. E ensina outra

1ª ( A lição ensinada) O ser humano só muda quando está a beira do precipicio.

2ª (A que Klaatu aprendeu) Mesmo mudando apenas em situações extremas, como no caso do filme, o ser humano ainda pode mudar.

E foi acreditando nisso, que eu saí do cinema aquele dia.

Quem sabe um dia, o ser humano possa ter consciencia de seus atos, e resolva mudar pelo bem não só da humanidade, mas do planeta de um modo geral.

E vamos esperar que isso aconteça sem que uma invasão alienígena esteja batendo às portas.